2 de novembro de 2016

2º Challenge #boxgrandolativa a 23 de outubro

    






nas competições internas,,,

"Isto faz bem e é muito mais do que prémios e glória. Não há nada mais bonito do que ver atletas e público a puxar por aquele último atleta que ainda não terminou o treino e que pensava em desistir. A nossa superação não tem limites e isto é algo que uma box de CrossFit tem uma capacidade única de tornar evidente.
A competição tem um poder único de juntar as pessoas. Nada nos faz ter mais empatia com o próximo do que partilhar o sofrimento, olhar para o colega e dizer: “foi mesmo difícil, não foi?”.

25 de julho de 2016

Peço desculpa

Porra...
Não dou à conta!
A cabeça não consegue e o corpo tem ido atrás.
Falho... falhei...
Peço desculpa.
Não tenho dado à conta!

Eu?

25 de maio de 2016

Primeira vez na neve @ Andorra

Lá fui eu, com 3 peças da família Vale, com a promessa de que ia ser fantástico.
Com um medo estúpido de não atinar com a coisa e de me arrepender.
Mas a curiosidade era maior e arrisquei.
1200 Km de rabo no carro, para lá.
Isto era o que estava na minha mente até lá chegar.
Depois tive as primeiras 3 horas de aulas... e depois...
ADOREI.
QUERO VOLTAR.
Ski é brutal!








































OBRIGADA

Hoje, dia 25 de maio, quarta-feira, tenho a sensação de ter muita sorte, ser uma felizarda.
Considero ainda, e também, não ter sido o suficientemente explícita nos meus agradecimentos (verdade que a minha condição física e psicológica não me permite grandes "explosões" sentimentais…).

Ontem, foi o primeiro dia daqueles dias do mês (das mulheres…), dia de um humor instável (como habitual).
Para não ajudar, a agenda recheada de compromissos e afazeres.
Felizarda que sou, tive um cúmplice, de extrema e ininterrupta disponibilidade para conseguir chegar ao fim do dia. Sim, chegar ao fim do dia! Porque no início parecia impossível… e a cabeça nestes dias não tem discernimento para perceber se é possível ou não, realizar tudo!
Burra que nem uma porta!


Depois de me lavar o carro (veículo que transportava já uma quantidade excessiva e vergonhosa de pó, lixo e restos de coisas que nem sei o que eram…) enquanto eu arranjava as sobrancelhas (algo que deveria ter feito há duas semanas atrás – era porem-me um barrete branco na cabeça e assemelhava-me já a um cozinheiro italiano!).
Conseguiu também desencantar almoço, que eu não tive tempo de preparar, e almoçar comigo.
Foi comigo ao monte buscar a alcofa que foi da Pilar, para emprestar.
Depois, porque a minha atrasadice mental de hoje não me premitiu não me esquecer, trouxe-me o lanche ao trabalho (trouxe-me também mais uns sacos de roupa da Pilar que estavam em casa e que são também para emprestar).

Saio do trabalho, vou buscar a Pilar, as mochilas para os treinos e fomos ao encontro do Avô Bica para um lanchinho de fim de tarde.

Depois, com se não bastasse tudo isto ainda treinou uma segunda vez, porque o WOD era para equipas de dois e éramos número ímpar. Treinou como meu par (foi a primeira vez...).
Sabendo ele que o meu estado de espírito estava qualquer coisa perto do rebentar em lágrimas, ou aos gritos, ou como quase aconteceu a meio do treino, a vomitar!



ÉS O MELHOR NAMORADO DO MUNDO!
OBRIGADA.
POR ESTARES AQUI.
POR ESTARES NA MINHA VIDA.
POR ME FACILITARES A VIDA.
POR ME DEIXARES FAZER PARTE DA TUA.
OBRIGADA.

AMO-TE ÀS CARRADAS!

(be careful bitches: get closer than you should and i'll bite you one arm off)

20 de outubro de 2015

CROSSFIT

Comunidade, tribo.
Não há ganho sem dor.
Tentas hoje, amanhã vais conseguir.
Desistir não existe como palavra.
O último a terminar é o mais aplaudido.
Mil frases de motivação, que me podem passar pela cabeça mas depois as dores tomam conta e passa em rodapé dentro da minha cabeça: para quê isto? Não preciso disto! Estou a sofrer...
Aqui está a diferença, toda a diferença, onde tudo muda. É aqui que se dá (ou não) o "U turn"!



No dia, no momento, em que a força de vontade, o levantar mais cedo, ou ir depois de um dia de trabalho, esquecer a preguiça, espancar a preguiça, tudo isto é engrandecido, enriquecido, com a vontade de  fazer força, de empurrar, de subir, de saltar, de puxar, de levantar, de atirar, de agachar.

Porquê?
Porque tenho quase 37 anos no coiro e quero ser um exemplo para a minha filha de quase 3 anos.
Porque adoro levá-la comigo aos treinos e vê-la tentar fazer os exercícios comigo.
Porque adoro que ela se sinta em casa na box ao ponto de pedir por ela própria para ir lá (mesmo que seja para fazer o zumba).
Porque naquele bootcamp, na praia, em que eu fazia a ronda não sei que número, com um tronco às costas, com dois sacos de areia, um de cada lado, em walking lundges, e ela vem gritar por mim a dizer "bora mãe!", o mundo ficou sem dores!
Escrevo isto com um nó na garganta e os olhos molhados e com a sensação de que um comboio me passou por cima (porque fui treinar o WOD às 7h30).
Porque é isto que me move.
Isto e o prazer de perceber que levanto mais que uma barra!
Saber que vou ter pedalada para ela.
Saber que ela vai ver o desporto como algo natural na vida, mais que um sofá! Porque me vê a fazer isso.
E agora?
Agora "No U Turn"!


Não volto atrás, não páro, não quero perder o que ganhei.
Sempre com força de vontade, mas principalmente: vontade de fazer força!




15 de outubro de 2015

Mãe: sou uma mínima!

Esta caramela não pára: de crescer, de surpreender, de ensinar, de aprender, de descobrir.
Cada dia é uma nova, mesmo!
É uma caixinha de surpresas constante... correção: é um caixotão de surpresas!

Nesta noite, depois de brincar com os "Mínimos" (Minions), pôs os óculos antes de ir para a cadeira e disse: "Mãe, eu sou uma mínima!"
Imaginação, ser criança.
Obrigada filha por me fazeres voltar a isto.

E descobriu o Zumba... e gosta...
Lá vou eu ter que fazer umas aulinhas com ela...
Atenção: quer as leggings vermelhas e a t-shirt da flor.
Pinguinho de gente que nem 3 anos tem mas que já sabe o que quer (pensa ela!).