25 de maio de 2016

Primeira vez na neve @ Andorra

Lá fui eu, com 3 peças da família Vale, com a promessa de que ia ser fantástico.
Com um medo estúpido de não atinar com a coisa e de me arrepender.
Mas a curiosidade era maior e arrisquei.
1200 Km de rabo no carro, para lá.
Isto era o que estava na minha mente até lá chegar.
Depois tive as primeiras 3 horas de aulas... e depois...
ADOREI.
QUERO VOLTAR.
Ski é brutal!








































OBRIGADA

Hoje, dia 25 de maio, quarta-feira, tenho a sensação de ter muita sorte, ser uma felizarda.
Considero ainda, e também, não ter sido o suficientemente explícita nos meus agradecimentos (verdade que a minha condição física e psicológica não me permite grandes "explosões" sentimentais…).

Ontem, foi o primeiro dia daqueles dias do mês (das mulheres…), dia de um humor instável (como habitual).
Para não ajudar, a agenda recheada de compromissos e afazeres.
Felizarda que sou, tive um cúmplice, de extrema e ininterrupta disponibilidade para conseguir chegar ao fim do dia. Sim, chegar ao fim do dia! Porque no início parecia impossível… e a cabeça nestes dias não tem discernimento para perceber se é possível ou não, realizar tudo!
Burra que nem uma porta!


Depois de me lavar o carro (veículo que transportava já uma quantidade excessiva e vergonhosa de pó, lixo e restos de coisas que nem sei o que eram…) enquanto eu arranjava as sobrancelhas (algo que deveria ter feito há duas semanas atrás – era porem-me um barrete branco na cabeça e assemelhava-me já a um cozinheiro italiano!).
Conseguiu também desencantar almoço, que eu não tive tempo de preparar, e almoçar comigo.
Foi comigo ao monte buscar a alcofa que foi da Pilar, para emprestar.
Depois, porque a minha atrasadice mental de hoje não me premitiu não me esquecer, trouxe-me o lanche ao trabalho (trouxe-me também mais uns sacos de roupa da Pilar que estavam em casa e que são também para emprestar).

Saio do trabalho, vou buscar a Pilar, as mochilas para os treinos e fomos ao encontro do Avô Bica para um lanchinho de fim de tarde.

Depois, com se não bastasse tudo isto ainda treinou uma segunda vez, porque o WOD era para equipas de dois e éramos número ímpar. Treinou como meu par (foi a primeira vez...).
Sabendo ele que o meu estado de espírito estava qualquer coisa perto do rebentar em lágrimas, ou aos gritos, ou como quase aconteceu a meio do treino, a vomitar!



ÉS O MELHOR NAMORADO DO MUNDO!
OBRIGADA.
POR ESTARES AQUI.
POR ESTARES NA MINHA VIDA.
POR ME FACILITARES A VIDA.
POR ME DEIXARES FAZER PARTE DA TUA.
OBRIGADA.

AMO-TE ÀS CARRADAS!

(be careful bitches: get closer than you should and i'll bite you one arm off)

20 de outubro de 2015

CROSSFIT

Comunidade, tribo.
Não há ganho sem dor.
Tentas hoje, amanhã vais conseguir.
Desistir não existe como palavra.
O último a terminar é o mais aplaudido.
Mil frases de motivação, que me podem passar pela cabeça mas depois as dores tomam conta e passa em rodapé dentro da minha cabeça: para quê isto? Não preciso disto! Estou a sofrer...
Aqui está a diferença, toda a diferença, onde tudo muda. É aqui que se dá (ou não) o "U turn"!



No dia, no momento, em que a força de vontade, o levantar mais cedo, ou ir depois de um dia de trabalho, esquecer a preguiça, espancar a preguiça, tudo isto é engrandecido, enriquecido, com a vontade de  fazer força, de empurrar, de subir, de saltar, de puxar, de levantar, de atirar, de agachar.

Porquê?
Porque tenho quase 37 anos no coiro e quero ser um exemplo para a minha filha de quase 3 anos.
Porque adoro levá-la comigo aos treinos e vê-la tentar fazer os exercícios comigo.
Porque adoro que ela se sinta em casa na box ao ponto de pedir por ela própria para ir lá (mesmo que seja para fazer o zumba).
Porque naquele bootcamp, na praia, em que eu fazia a ronda não sei que número, com um tronco às costas, com dois sacos de areia, um de cada lado, em walking lundges, e ela vem gritar por mim a dizer "bora mãe!", o mundo ficou sem dores!
Escrevo isto com um nó na garganta e os olhos molhados e com a sensação de que um comboio me passou por cima (porque fui treinar o WOD às 7h30).
Porque é isto que me move.
Isto e o prazer de perceber que levanto mais que uma barra!
Saber que vou ter pedalada para ela.
Saber que ela vai ver o desporto como algo natural na vida, mais que um sofá! Porque me vê a fazer isso.
E agora?
Agora "No U Turn"!


Não volto atrás, não páro, não quero perder o que ganhei.
Sempre com força de vontade, mas principalmente: vontade de fazer força!




15 de outubro de 2015

Mãe: sou uma mínima!

Esta caramela não pára: de crescer, de surpreender, de ensinar, de aprender, de descobrir.
Cada dia é uma nova, mesmo!
É uma caixinha de surpresas constante... correção: é um caixotão de surpresas!

Nesta noite, depois de brincar com os "Mínimos" (Minions), pôs os óculos antes de ir para a cadeira e disse: "Mãe, eu sou uma mínima!"
Imaginação, ser criança.
Obrigada filha por me fazeres voltar a isto.

E descobriu o Zumba... e gosta...
Lá vou eu ter que fazer umas aulinhas com ela...
Atenção: quer as leggings vermelhas e a t-shirt da flor.
Pinguinho de gente que nem 3 anos tem mas que já sabe o que quer (pensa ela!).

18 de setembro de 2015

Some things only can be made In the storm...




There was a time
When my life was easy
Stretched out in the sun
Everything was clover
The world was off my shoulders for awhile

But then the sky turned a bomb fire shade
And hit me like a gun
It passed with flying colors
There's no flying over...

The storm...
We will dance as it breaks
The storm...
It will give as it takes
And all of our pain is washed away
Don't cry or be afraid
Some things only can be made
In the storm

Sometimes we get swept away
We're forced to take the change
The desert gives you comfort
You can't stay here all your wounded life

Underneath is the tempest rage
Your secrets come undone
When mountains need movin'
Let me help you through it

The storm...
We will dance as it breaks
The storm...
Comes as fast as it fades
And all of our pain is washed away
Don't cry or be afraid
Some things only can be made
In the storm

All your secrets come undone
Every web you've ever spun
All your secrets come undone
Let'em go
Let it come...

The storm...
We will dance as it breaks
The storm...
Gives you more than it takes
And all of our pain is washed away
Stare chaos in the face
We need only to embrace

Don't cry or be afraid
Some things only can be made
In the storm
Lyrics from eLyrics.net

16 de setembro de 2015

6 dias e 4 noites

Costa Azul para trás e Costa Vicentina como tapete de caminho lento para curtir 6 dias de férias.
Zambujeira do Mar, Aljezur, Carrapateira foram hotéis de luxo para uma caixa de carrinha com 50 cm a menos do que seria dormir bem.
Praia, imperiais com por do sol de fundo, vinho tinto com refeições à luz do candeeiro portátil, descanso.
Foi só assim bom demais!








1 de julho de 2015

Amor por post-its!


Chegámos aqui.
A vida dá voltas que as voltas desconhecem.
Quando menos esperava, tiraram-me os pés do chão e coloriram a minha vida de novo.
Eu que não estava disponível emocionalmente (fazer-me difícil e tal...)
Achava eu que não queria nada, estava focada em mim, na minha vida e não me apetecia dividir o meu tempo com ninguém.
Até que, assim como que sem querer, as nossas luzes alinharam, e descobrimos, através de longas conversas por mensagens (obrigada às novas tecnologias!), que somos parecidos, tanto que não se nota a diferença cronológica.
E todos os receios e medos que tínhamos, o sentirmos-nos obrigados a andar escondidos durante um bom tempo, o preconceito que adivinhávamos por causa de toda a conjuntura em torno das nossas vidas e que nos faziam a a cada um de nós, foi isto tudo atirado ao vento e 'bora lá: que isto é para ser vivido em pleno e gritar ao mundo que estamos felizes e nos fazemos felizes um ao outro.
E todos os dias mais um bocadinho (também com dias menos bons à mistura - porque a vida não é perfeita): prometo aqui, tentarei, fazer-te feliz, mais um bocadinho!